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Sobriedade e Paz!!!
Pastoral da Sobriedade – Paróquia Sant’Ana 

Você sabe o que é a Pastoral?

A Pastoral da Sobriedade é um modo de vida, é muito mais que um simples grupo de auto ajuda, mas sim um grupo de ajuda do Alto.

Se você crer, de coração sincero, tudo pode ser mudado… 

E aí, preparado?

Sobriedade e Paz!
Pastoral da Sobriedade – Araçatuba
pastoraldasobriedade@hotmail.com.br

Com a Palavra: Dom Irineu!

Dom Irineu Danelon nasceu na cidade de Piracicaba, interior do estado de São Paulo. É sacerdote desde 1967, quando começou a trabalhar com jovens – atividade a qual se dedica até hoje. Em 1987, foi nomeado bispo da diocese de Lins, também no estado de São Paulo. Mesmo com tantos compromissos, Dom Irineu ainda encontra tempo para participar da Pastoral da Sobriedade.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pastoral da Sobriedade – Araçatuba
pastoraldasobriedade@hotmail.com.br

Dom Irineu Danelon

Vamos conhecer um pouco mais sobre o nosso querido fundador???

Quis a Divina Providência que aquela criança nascida durante a guerra mundial, aos quatro de abril de 1940, recebesse o nome de Irineu, nome grego que significa “Portador de Paz”.

Ainda hoje, três vezes por dia, ele mantém na Rádio Esperança um programa: “Encontro de Paz”.

Aliás, o Pe. Irineu escolheu como lema do seu sacerdócio a saudação de Jesus: “Que a paz esteja com vocês”.

Interessante, que o bairro rural onde nascera, tem o nome de “Bairro Nazareth”.

Foi batizado aos 19 de maio de 1940. Sua madrinha de batismo, Ermínea Lovadini Miotto, ainda vive carregando 97 anos de história. Ela é irmã de Dona Antonia, a mãe de Irineu.

O pai também se chama Antonio, da família Danelon.

Os quatro avós, Eduardo Danelon e Domingas Galassi; Eduardo Lovadini e Josefa Baglioni; são todos imigrantes italianos, vindos no ano de 1889.

Os Frades Capuchinhos também acompanharam os imigrantes italianos e se estabeleceram em Piracicaba. O menino Irineu caminhava seis quilômetros diariamente para freqüentar o Grupo Escolar Dr. João Conceição, propriedade dos Capuchinhos.

Aos domingos, a família toda fazia a mesma caminhada para participar da Santa Missa.

Foi nessa Igreja que no dia 8 de dezembro de 1949, o menino teve seu encontro primeiro com Aquele que já o havia escolhido e fez a primeira comunhão.

A Divina Providência tem seus caminhos. Os Frades Capuchinhos cederam a escola Dr.

João Conceição para os educadores Salesianos, enviados à Piracicaba por determinação do Papa Pio XII.

Irineu, ao terminar seus estudos primários, recebeu bolsa de estudo por parte dos Salesianos.

Além de São Francisco, um outro santo o adotou como filho: São João Bosco.

Em 1955, Irineu, após ter estudado no Colégio Salesiano Dom Bosco, como aluno da primeira turma, apadrinhado pelo Pe. Pedro Baron e Eduardo Afonso, seguiu para o seminário Salesiano em Lavrinhas.

Os 800 quilômetros de viagem tiveram início com uma bênção paterna. O Sr. Antonio, acompanhou o filho até a estação do trem. O jovem colocou a cabeça na janela do trem: o Pai colocou a mão na cabeça do filho: “Que Deus abençoe e dirija seus passos”.

O trem apitou e lá se foi o jovem Irineu respondendo ao chamado de Jesus, abençoado para sempre.

“Deus nos colocou no mundo para os outros”.

Na escola de Dom Bosco, o jovem Irineu teve ocasião de assimilar as lições de um dos santos simpáticos da história: “Nós aqui fazemos consistir a santidade em estarmos sempre alegres”. “Deus quer que todos sejam Santos; é fácil ser Santo; há um grande prêmio para quem se santifica”. “Trabalho e solidariedade farão florescer nossa família”. “Nada te perturbe”. “Razão, religião, bondade. É o tripé do nosso sistema educativo”. “Minha vida eu devo à vocês, mas prometo que até meu último suspiro eu darei por vocês”. “Basta que alguém seja jovem para que seja meu amigo”. “É preciso meditar na Bíblia e no mapa mundi”. “Deus nos colocou no mundo para os outros”. “É preciso viver o sobrenatural como se fosse natural e o natural como se fosse sobrenatural”.

Essas e outras propostas fizeram parte da história de vida do jovem Salesiano Irineu.

Enquanto crescia em tamanho e graça, a Congregação Salesiana foi oferecendo todo um roteiro de formação cultural e assim o jovem Irineu se formou em Filosofia, Geografia, História, Psicologia e Teologia. Mais tarde pode doutorar-se em Teologia Pastoral, com especialização em “Jovens em situação de marginalização”.

Padre Irineu Danelon

O que parecera coincidência foi mais um sinal de Deus: Irineu quer dizer pacífico e foi ordenado sacerdote por Dom Ladislao Paz.

Era o dia 16 de setembro de 1967, em São Paulo, na Igreja do Santuário Coração de Jesus. No dia seguinte seguiu com a família para sua terra natal. Piracicaba comemorava 200 anos.

Da janela do Colégio Dom Bosco, o jovem sacerdote abençoa a cidade e o lugar onde Deus o chamara.

A primeira missa solene foi na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, onde fizera a primeira comunhão, ao lado da Escola Dr. João Conceição, onde tudo começou…

Na casa dos pais houve aquela festa. A mãe havia tingido sacos de farelo e costurado um tapete com mais de cem metros.

Sobre as jabuticabeiras que ladeavam a avenida de entrada do sítio, crianças jogavam pétalas de rosa. Na entrada da casa, pai e mãe acolheram o filho ao som de uma banda.

Dona Antonia se adiantou, nas mãos trazia um ramalhete: “São flores que eu mesma plantei e colhi com carinho para você”. Pai, Mãe e Filho se abraçaram. Pareciam um só coração.

Os irmãos José e Antonio estavam já cuidando do churrasco. Foram abatidos sete garrotes.

E a vida recomeçou em Campinas, no Liceu Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora.

Os Salesianos mantém ali uma obra muito querida: Oratório festivo, paróquia e um colégio.

Em 1968 abrigava 450 alunos internos.

O jovem sacerdote coordenava a Pastoral, no estilo de São João Bosco, com muita alegria.

Sua preocupação era a evangelização da família. Uma grande porcentagem dos alunos internos estavam ali por causa da separação dos pais.

A Divina Providência se serviu desse fato para despertar no coração do Pe. Irineu uma proposta de Pastoral Familiar.

Havia conhecido Dona Nely Babini e a Arani. Ambas trabalhavam com Pe. Haroldo Rahn, recém chegado dos Estados Unidos, cheio do Espírito Santo. Promoviam retiro para mulheres e homens separadamente. O Pe. Irineu solicitou deles um auxílio para uma experiência de Evangelização para a Família.

Foram feitos 700 convites. Apareceram sete casais. Foi o início do OVISA – Orientação para Vivência Sacramental.

A experiência deu certo e se multiplicou para outras cidades e estados. A Divina Providência escreve direito até por linhas tortas.

Passados três anos o Pe. Irineu foi transferido para Lorena e a experiência do OVISA o acompanhou e se espalhou pela região.

Outra grande paixão do jovem sacerdote

Em Lorena havia uma obra Salesiana com muitas frentes: Faculdades, Seminário, 14 oratórios festivos, Colégio, Capelanias…

Pe. Irineu era o amigo dos Jovens Seminaristas, cerca de 140 estudantes de Filosofia: Salesianos, Redentoristas, Lazaristas e diocesanos.

Sua grande paixão eram os seminaristas. Desejava retribuir um pouco do que havia recebido.

Encaminhou muitos jovens para a vida sacerdotal e até hoje continua com a mesma paixão.

Como Bispo se alegra por ter ordenado já 132 novos sacerdotes. E outros estão a caminho.

Em 1976, a obediência e uma velha Kombi levaram o Pe. Irineu para a Capital: Coordenador da Pastoral da Juventude e animador da Pastoral Vocacional de toda Inspetoria Salesiana Nossa Senhora Auxiliadora: São Paulo e Paraná.

“Quando a gente sabe de cor as respostas, a vida troca as perguntas”.

Assim se expressa o Pe. Irineu, experiência adquirida com a convicção de que nada é demais quando é Deus quem pede. E Deus foi pedindo e ele respondendo.

Como Salesiano prestou serviço em todas as instâncias: Assistente de aspirantes, de noviços, Diretor dos seminaristas de Filosofia, Professor dos estudantes de Teologia, Membro do Conselho Inspetorial, participante do Capítulo Geral em Roma, missionário na angola e Provincial.

Em tudo e sempre com muita alegria, simplicidade e com muito amor. Sempre se esforçou para se comunicar bem com as pessoas e com grupos: professor, palestrante, pregador de retiros para jovens e para famílias. Hoje ele afirma ter pregado retiro para o clero em cerca de 60 dioceses. Nunca, porém, se esquecera do OVISA.

Foi assim que a Divina Providência preparou seu coração para o episcopado.

Acidente na Pista.

Pe. Irineu estava em Pindamonhangaba, quando recebeu uma notícia triste: Dom Walter Bini, Bispo de Lins morreu num acidente de carro.

Dom Walter Bini tinha sido professor do Pe. Irineu por sete anos: bom, meigo, culto, organizado…

Deus o “sequestrara” para o Reino definitivo, logo no terceiro ano de episcopado.

Pe. Irineu, então Provincial, lotou um ônibus de Salesianos, e seguiu para Lins. Como Provincial Salesiano, foi convidado a fazer a homilia na missa. Era o dia de Corpus Christi. Não houve procissão, mas sim a festa do “Corpus Espiscopi”. O corpo do Bispo foi levado para o interior da Catedral. “Mane nobiscum Domine”.

Permaneça conosco, lembrou uma das lições de seu antigo professor de liturgia. “As coisas que são levadas para o altar, no ofertório, não devem ser devolvidas”.

Pertencem a Deus e aos pobres. Dom Bini, em definitivo estava sendo entregue a Deus.

Após a homilia algumas pessoas cochichavam. Esse vai ser o próximo Bispo de Lins.

Num Baile de Carnaval.

O Pe. Irineu havia voltado de São Carlos.

Em São Paulo, na Inspetoria Salesiana, estava a sua residência e escritório.

Cansado, não conseguia dormir devido a um baile de carnaval, que os ex-alunos promoveram.

Achou melhor ler as correspondências, desde que era impossível dormir com aquele barulho.

Entre as cartas uma muito especial, proveniente da Nunciatura: O Papa João Paulo II, o havia nomeado Bispo de Lins, em substituição ao falecido Dom Walter Bini.

Pe. Irineu afirma que acabou passando em claro aquela noite… é claro! No dia 2 de Dezembro a notícia se espalhou.

Os sinos do Santuário tocaram, os amigos apareceram, houve um almoço solene. “Segredo Pontifício é aquele que só o Papa não sabe”.

Duplo acidente.

O de Dom Walter Bini e a nomeação de Dom Irineu para substituí-lo: duplo acidente, dizia o Pe. Irineu.

Não foi fácil acostumar com a idéia e assumir as responsabilidades episcopais num lugar desconhecido. A notícia de que em Lins os Salesianos estavam presentes amenizou a tensão.

No dia 31 de janeiro de 1988, data comemorativa do centenário da morte de Dom Bosco, no Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora, em São Paulo, Dom Paulo Evaristo, mais vinte e dois Bispos presentes ordenaram o novo Bispo que escolheu como Lema: “O amor jamais passará” (1ª Cor. 13,8).

De fato, não passou.

Dom Irineu Danelon afirma, com freqüência, que a eucaristia é muito mais do que receber o Corpo de Cristo; é um projeto que nos convida a dar a vida toda por amor, como Jesus.

E o sangue na pista se misturou com o Sangue do novo Bispo, disposto a dar a vida. “Vocês poderão encontrar facilmente um Bispo mais sábio do que eu, mas duvido que vocês encontrem um Bispo que os ame mais do que eu”, repete freqüentes vezes o novo Bispo.

“Ocupações”.

Juntamente com as novas ocupações, as “ocupações”.

A região do Noroeste de São Paulo, foi alvo de muitas ocupações de terra. Essa foi a tônica da tomada de posse, ocorrida no dia 27 de janeiro de 1988.

E até hoje Dom Irineu, filho de pequeno proprietário rural, possui um amor especial à terra e não foi difícil assumir a causa.

Hoje a Diocese de Lins abriga uma das melhores experiências de reforma agrária. “Não basta repartir o pão, é preciso repartir a terra”. “Enquanto houver um faminto abandonado pela comunidade, a eucaristia foi mal celebrada”. “Por melhor que seja alguém, jamais conseguirá ser tão bom e eficiente quanto todos nós unidos. “O mal está bem organizado, é preciso organizar bem, o bem”.

São alguns dos princípios que norteiam a ação pastoral de Dom Irineu.

Ele carrega consigo as luzes que recebera no OVISA, ou seja os sacramentos não são apenas ritos, mas fonte e inspirações de uma vida cheia de amor atuante.

De Lins para o Brasil.

Dizem que Lins significa na linguagem jurídica: Lugar ignorado e não sabido”.

Não obstante o novo Bispo de Lins, aos poucos, foi sendo útil para todo o Brasil.

Foi escolhido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para assessorar, em nível nacional, a Pastoral da Juventude, Pastoral da Educação e Ensino Religioso nas Escolas.

Com isso, Dom Irineu aprendeu cantar sempre: “Pelas estradas da vida, nunca sozinho estás, contigo pelo caminho, Santa Maria vai”. Na Campanha de Maria percorreu o Brasil todo na tentativa de articular essas frentes de trabalho.

Uma bênção muito especial.

Dona Antonia, a mãe de Dom Irineu, fora morar com ele. Ouvia sempre aquelas recomendações feitas ao seu filho quando ele saía para alguma viagem: “Cuidado: o outro Bispo morreu na pista”.

Com muita simplicidade, Dona Antonia colocou a mão na cabeça de seu filho, abençoando-o, profeticamente: “Seja abençoado, meu filho, cumpra seu dever com tranqüilidade; você nunca irá ser vítima de acidente de carro”.

De fato, Dom Irineu costuma trocar de carro quando a quilometragem atinge os 200.000 Km. Já trocou de carro seis vezes; 1.200.000 Km. Nunca houve acidente. Também, ele jamais inicia uma nova viagem sem invocar a proteção do Anjo da Guarda e de Nossa Senhora da Boa Viagem.

O Pai o abençoou na janela do trem e a Mãe na porta da cozinha.

Dona Antonia sempre queria viajar de avião. Morreu aos 95 anos sem que isso tivesse acontecido.

Morta, foi levada de avião para Piracicaba. O filho acompanhou nessa última viagem.

Disse ele que teve a impressão de estar levando a mãe para o céu.

Na missa de corpo presente celebrada na Igreja dos Frades, em Piracicaba, onde a família participava, no final, Dom Irineu ainda teve força para cantar: “Minha mãezinha querida, Mãezinha do coração; te adorarei toda vida…” Atualmente, todos os membros da família de Dom Irineu já faleceram. Pai. Mãe, seus três irmãos; três cunhadas e dois sobrinhos.

Dom Irineu afirma que agora está ainda mais livre, e disponível para servir sua grande família diocesana de Lins. Já completou 20 anos de Bispo, 40 de Sacerdote e 50 de Salesiano.

Do veneno de cobra podemos extrair o remédio contra as picaduras…

Dois sobrinhos faleceram, vítimas da dependência química, portadores de HIV e presos. Um deles se chamava: Irineu Danelon Sobrinho. Não obstante o zelo do tio, nada deu certo.

A pergunta: Por que se transformou e para que? Dom Irineu sentiu-se fortemente indignado e convocou pessoas de boa vontade para articular a luta contra as drogas.

Nasceu a Pastoral da Sobriedade. Nasceu e se expandiu.

Em 2006 foram recuperados cerca de 17.000 jovens e no Brasil já existem mais de 600 grupos de auto-ajuda em funcionamento.

Livros, congressos, programas, redes de TV. Tudo isso como conseqüência das mortes dos dois sobrinhos. O para que está sendo respondido.

O acaso não existe! A Providência é quem atua.

O Pe. Irineu quando padre novo, esteve em Campinas e conviveu com o Pe. Haroldo Rahn.

Redescobriu o sentido de ser guiado pelo Espírito Santo. Sendo transferido para Lorena, numa palestra, acendeu o coração do Pe. Jonas Abid e o resultado é a “Canção Nova”.

Por acaso?

Num retiro de carnaval, em Cruzeiro, apontou para um jovem interpelando-o: “O que você está esperando para entrar no seminário?” O Jovem é hoje o célebre Pe. Marcelo Rossi. Por acaso?

O Pe. Irineu, principal Salesiano, foi intimado a cuidar das missões em Angola. Hoje aquela semente desabrochou numa província autônoma e florescente. Por acaso?

Dom Irineu foi impedido de irradiar a festa de Corpus Christi. As rádios estavam comprometidas com o futebol. Ele montou a Rádio Regional Esperança. Espalha esperança pelo ar, há quinze anos, atingindo 150 municípios. Por acaso?

Dom Irineu foi eleito pelos Bispos para participar do Sínodo das Américas, em Roma.

Fez parte, por trinta dias do grupo de cardeal Ratzinger.

Hoje ele é o Papa e conhece Dom Irineu pelo nome. Foi uma festa o encontro dos dois na “Fazenda Esperança”. Por acaso?

E assim caminha, guiado pelo Espírito Santo, na tentativa de saborear seu lema: “O AMOR JAMAIS ACABARÁ”. “Rios de água viva brotam em nosso interior”.

Com freqüência, no encerramento das celebrações eucarísticas Dom Irineu canta e convida a comunidade a responder cantando, contentes: “Bendigamos ao Senhor! Demos Graças a Deus”.

E acrescenta: Lembrem-se: “Morrer rico é falta de criatividade. Não tenham medo de dar a vida por amor. Quem tem medo de morrer, morre de medo”.

Amém!.

Fundou e acompanha a Pastoral da Sobriedade, que lida com dependências do álcool e outras drogas. É salesiano, tendo sido colega do padre Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova, grande expoente da Renovação Carismática Católica (RCC) no Brasil.

Foi Irineu Danelon (quando ainda não era bispo) quem preencheu a ficha de inscrição do padre Jonas para a Experiência de Oração que o iniciou na RCC, ainda no princípio da década de 1970.

Dom Irineu apresenta o programa Sobriedade Sim, na TV Século XXI.

Símbolo da Pastoral

Significado de cada parte do símbolda da Pastoral da Sobriedade:

A chama,a luz de Cristo ressucitado permanece no mundo.

Redenção, o mundo redmido por este Cristo ressucitado na ação do Espirito Santo, em comunhão com o Pai.

Podemos perceber na Cruz de Jesus a cruz dos dependentes químicos e as aflições de seus familiares.

 
Vemos a meia-lua, aquele sorriso, o pote com óleo, que representa o nosso mundo, a nossa humanidade, com todas as suas preocupações e angústias.

 

 

Símbolos da Pastoral:

Sobriedade e Paz!
Pastoral da Sobriedade – Araçatuba

pastoraldasobriedade@hotmail.com.br

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