SERVIR. ( Lc 1, 39-45.56 )

servirO serviço é a prática necessária para o seguimento de Jesus. Maria se colocou a caminho passando por cima de muitas dificuldades para Servir Isabel. Nós como batizados e hoje comprometidos com a vida. Sabemos que a Igreja só serve para Servir. Se a Igreja que somos nós, não serve ao irmão necessitado não serve para nada, isto exige que eu coloque em prática no Programa de Vida Nova a dimensão do serviço. Toda pessoa em Sobriedade que está perseverando nesta caminhada de conversão tem o dever de Servir a Jesus nos irmãos. Um dia alguém através do seu serviço me estendeu a mão. Hoje eu quero estender a minha mão a tantos necessitados que precisam de ajuda. Servir é acolher com alegria e incondicionalmente, principalmente os excluídos, os necessitados, os pobres, os dependentes, os oprimidos, os marginalizados e fazer deles os nossos preferidos. Servir na Igreja é promover um encontro das Pessoas consigo mesmas e com o projeto libertador de Jesus. Servir é promover o diálogo entre os irmãos para que na graça de Deus possam se reconciliar. Servir é fazer o velho homem se encontrar com o novo homem. Servir é ter a alegria e a felicidade de acreditar na proposta de uma vida nova. A Missão do Agente da Pastoral da Sobriedade é expressar o amor gratuito do Pai, Servindo gratuitamente a exemplo de Maria nossa mãe e mãe de todos, fazendo dos excluídos os nossos preferidos sendo solidários só por hoje graças a Deus. Se VC quer ou gostaria de Servir a exemplo de Maria aos necessitados venha ser um Agente da Pastoral da Sobriedade, ad pensamos acreditamos que servirem os os outros descobrimos que estamos na verdade nos servindo, qd acreditamos que estamos ajudando aos outros descobrimos que estamos na verdade nos ajudando, 2016 está chegando serão mais um ano inteiro para Servir. Não precisamos esperar o Tempo da Quaresma, Páscoa ou Natal pra demonstrar Caridade. A Caridade precisa brotar vem nossos corações todos os dias, todas as manhãs qd abrimos nossos olhos e percebemos que o Pai nos deu mais uma chance de ser feliz e fazer o irmão feliz, amor gera amor. Jesus é Amor.

Evitando as recaídas nas festas de fim de ano

O final de ano, junto ao nascimento de Jesus, vem com festas e comemorações, mas isso pode ser um gatilho. É sabido que as tentações estão ao redor de todos nós, quando se está na doença da dependência química as consequências são mais fortes. Por isso, é conhecer a si, seus limites, e sobretudo, manter o presente precioso: SOBRIEDADE!

 

O risco de recaídas com a chegada das festas de final de ano

3 dicas básicas para evitar recaída nas festas de fim de ano

Por que a droga vicia?

Das coisas que as pessoas fazem, poucas são tão intrigantes para um psiquiatra quanto o uso compulsivo de drogas. Claro, todas as drogas causam uma sensação boa – pelo menos no começo. Para a maioria das pessoas, porém, a euforia não dura. Veja o caso deste paciente, dos mais típicos.

“Sei que isso soará estranho”, disse ele, “mas a cocaína já não me deixa alucinado, e mesmo assim não consigo parar”. Quando começou a usar a droga, em seus trinta e poucos anos, este paciente passava dias em festa, praticamente sem comer ou beber. A sensação era melhor do que qualquer coisa, até mesmo sexo. Alguns meses depois, porém, ele havia perdido a euforia – seguida por seu emprego. Apenas quando sua esposa ameaçou deixá-lo é que ele finalmente buscou tratamento.

Quando o conheci, ele me disse que iria perder tudo caso não parasse com a cocaína. Bem, eu perguntei, por que ele gostava tanto dessa droga, se ela lhe custava tanto e não o fazia mais se sentir bem? Ele me olhou de forma vazia. Não tinha a menor ideia.

E a maioria dos psiquiatras também não tinha, até recentemente.

Entendemos muito bem a atração inicial das drogas. Seja a cocaína, o álcool, os narcóticos, qualquer uma delas, as drogas ativam rapidamente o sistema de recompensas do cérebro – um circuito neurológico primitivo enterrado embaixo do córtex – e liberam dopamina. Esse neurotransmissor, que é central ao prazer e ao desejo, envia uma mensagem ao cérebro: esta é uma experiência importante que vale a pena ser lembrada.

Nós não teríamos chegado muito longe como espécie sem esse sistema do cérebro, que nos motiva a buscar recompensas como alimentos e um bom companheiro. O problema é que, embora esses reforços naturais ativem o sistema de recompensas, drogas que alteram a mente o fazem de maneira bem mais poderosa, causando uma liberação de dopamina muito maior. Em outras palavras, as drogas possuem uma vantagem competitiva sobre as recompensas naturais, e podem sequestrar o sistema de recompensas do cérebro.

Mesmo assim, o prazer agudo desaparece quando os neurônios do circuito de recompensas se acostumam a toda aquela dopamina. Eventualmente, como ocorreu com meu paciente, mesmo doses cada vez mais altas deixam de surtir efeito, à medida que os usuários tentam, em vão, recapturar a sensação inicial. Então o que explica o uso compulsivo de drogas, especialmente quando ele leva o usuário ao limite da ruína pessoal?

Eu recebi uma dica com a última recaída de meu paciente. Após quase seis meses de abstinência, ele se viu inexplicavelmente tendo desejos por cocaína ao voltar do trabalho para casa. Na porta do escritório, ele encontrara casualmente um velho amigo – com quem havia usado drogas, anos antes. Embora não tenha associado conscientemente o amigo às drogas, seu cérebro não se esqueceu, e o encontro desencadeou o desejo de usar novamente.

Em resumo, drogas como cocaína não usurpam somente o circuito de recompensas do cérebro; elas surtem poderosos efeitos também sobre o aprendizado e a memória.

Desejo — Muitos estudos de geração de imagens cerebrais, usando exames PET (sigla em inglês para tomografia por emissão de pósitrons), mostram que pequenas dicas, como ver equipamentos para uso da droga, por si só já são suficientes para ativar circuitos da memória e libertar o desejo. Informações como onde você está e o que está fazendo enquanto usa uma droga como a cocaína ficam intrinsecamente ligadas à sensação. E essas associações ficam armazenadas não só em sua memória consciente, mas também nos circuitos fora de sua consciência.

Esse tipo de aprendizado patológico fica no núcleo do uso compulsivo de drogas. Muito tempo depois de alguém ter aparentemente abandonado o hábito, muito tempo depois de terminarem os sintomas da abstinência, o indivíduo está vulnerável a essas associações inconscientes, profundamente codificadas, que podem desencadear um desejo, aparentemente do nada.

Eu não podia reconstruir o cérebro do meu paciente. Mas podia ao menos tentar ajudá-lo a reconfigurar seu ambiente, evitando dicas que possam provocar o desejo pela cocaína. Pedi que ele escrevesse uma lista de todas as pessoas e lugares que ele associava a seu uso de droga – e então o fiz ficar longe do máximo possível deles. Sua sorte foi que ele nunca usou drogas em casa.

Efeitos duradouros — Mas seus problemas não terminaram ali. Mesmo estando livre da cocaína por quase dois anos, ele sente que a vida não tem brilho e não tem entusiasmo. E essa experiência é consistente com evidências recentes, dizendo que os efeitos de drogas como a cocaína podem perdurar por muito tempo depois que o uso foi interrompido.

Através de exames de tomografia, a Dra. Nora D. Volkow, psiquiatra e diretora do Instituto Nacional do Uso de Drogas dos EUA, mostrou que pessoas dependentes de metanfetaminas têm 25% menos transportadores de dopamina em regiões críticas do cérebro, em comparação a voluntários normais. Como os transportadores levam a dopamina para dentro e para fora dos neurônios, essa queda significa menor liberação de dopamina – e um circuito de recompensas menos sensível.Drogas

Terrivelmente, essa redução nos transportadores de dopamina foi apresentada em sujeitos que não haviam usado metanfetaminas por pelo menos 11 meses, sugerindo que o efeito era de longa duração – talvez até mesmo permanente.

Embora meu paciente nunca tenha usado metanfetaminas, a cocaína tem efeitos similares no cérebro. Com anos de uso, ele poderia ter perdido transportadores de dopamina suficientes para que seu sistema de recompensas ficasse entorpecido aos prazeres cotidianos. Afinal, para a maioria dos cérebros, um bom jantar com os amigos ou um lindo pôr-do-sol não são se comparam à euforia da cocaína.

Ainda não sabemos se a perda dos transportadores de dopamina é permanente ou eventualmente reversível. Mas por que se arriscar a levar uma vida entorpecida? A simples verdade é que o prazer das drogas é uma cruel ilusão: ele nunca dura.

*Dr. Richard A. Friedman é professor de psiquiatria no Weill Cornell Medical College

31 DE MAIO: Dia Internacional de Combate ao Fumo

A Pastoral da Sobriedade Adverte: “Fumar faz mal à saúde, causa dependência, destrói quem usa e quem está  ao lado e pode levar à morte!

Você sabe por quê? O cigarro é uma droga e portanto:

– 87% das mortes por câncer de pulmão ocorreu entre os fumantes;

– 70% dos fumantes correm o risco de apresentar doenças cardíacas;

– mulheres fumantes tem uma probabilidade 74% maior de vir a falecer por câncer de mama

– os bebes de mães fumantes tem maior dificuldade em processar sons e podem, quando adultos, tornarem-se fumantes.

A curto prazo o fumo pode causar irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse e cefaleia, além de problemas alérgicos e cardíacos.

A médio e longo prazo:

– redução da capacidade respiratória;

– infecção pulmonar;

– risco de arteriosclerose;

– diversos tipos de câncer como: boca, garganta, laringe, pâncreas, estômago, intestino delgado, bexiga, rins e colo de útero.

– infarto do miocárdio;

– derrame cerebral.

Sem contar danos materiais como perdas econômicas, queda de produtividade, aposentadoria precoce, falta ao trabalho, entre outros.

O tabaco reduz a destreza mental, leva à depressão e as pessoas não fumantes também são prejudicadas ao compartilhar a fumaça do cigarro do outro, ou seja, O SEU!

Isso tudo ajuda a asma, bronquite, úlcera estomacal, diabetes, infertilidade, bebês abaixo do peso, osteoporose, infecção nos ouvidos. Acrescentando ainda que existe o risco de incêndios, já que foi contatado que a principal causa destes sinistros que ocorrem em hotéis, hospitais ou residencias, é devido a bituca dos cigarros.

Adultos ou crianças que convivem com fumantes também podem ter as doenças já citadas.

A escolha é sua! Que qualidade de vida você quer ter? Já que o cigarro foi considerado pela Organização Mundial da Saúde como o maior agente de poluição doméstica e ambiental.

Venha! É possível libertar-se desse vício, redescubra os sabores da vida, o profundo significado da liberdade e do amor.

Que seja o dia 31 o dia do desafio! Diga: “Hoje não vou fumar!”

Sobriedade e Paz. Só por hoje, Graças a Deus.

Nossas reuniões quintas-feiras às 20 horas, na nossa Paróquia Sant’Ana.

Lembrete: Assista o programa Sobriedade Sim, na TV século 21, todas as sextas-feiras às 22 horas.

12 anos buscando resgatar vidas

“Me ame quando eu menos mereço, pois é quando eu mais preciso.”

A Pastoral da Sobriedade trabalha em prol de resgatar vidas, através da vivência semanal dos 12 passos da Sobriedade. Que nos leva a despertar para um novo caminho; caminho esse do amor, do perdão, do conhecer a Palavra de Deus nos levando a libertação dos vícios e pecados, buscando a Sobriedade como um modo de vida.

Através dessa vivência vamos nos transformando em melhores cristãos, pois também crescemos na ação evangelizadora do Pai, e nos dobrando ao Seu amor misericordioso.

A nossa missão, enquanto Pastoral da Sobriedade, é a de evangelizar, aproveitando o amor gratuito, misericordioso e incondicional do Pai. Anunciar Jesus Cristo libertador, através do diálogo e do testemunho de comunhão fraterna, integrando fé e vida e assim, promovendo a dignidade da pessoa e família. Contribuindo para a construção de uma sociedade justa e solidária.

A nossa Pastoral é de inclusão social. Desenvolve ações interligadas com as demais pastorais sociais e ministérios, promove a união de todos, levando mensagem de vida nova, gerando transforação pessoal, familiar e social.

Procuramos enfrentar o problema da exclusão social, da miséria e da violência, pela terapia do amor; resgatando os excluídos e valorizando a pessoa que está escondida embaixo dos farrapos que o vício deixa, para que em sua vida haja uma transforação pessoal, comunitária e social.

Um dia São Francisco se curvou a leproso e hoje, nós queremos nos curvas à lepra do século, as drogas. Disse também, o beato João Paulo II: “A droga é um mal e ao mal não se dá trégua!”

A PASTORAL CONVIDA VOCÊ, SIM VOCÊ! PARA VIR NOS CONHECER, POIS SUA PRESENÇA SERÁ UMA GRANDE ALEGRIA. NOSSAS REUNIÕES SÃO ÀS QUINTAS-FEIRAS ÀS 20 HORAS, NA PARÓQUIA SANTANA.

Procure-nos uma vida nova te espera!

Sobriedade e Paz, só por hoje Graças a Deus.

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