Celebrar

Senhor, Celebrando a Eucaristia em comunidade com os irmãos, teremos força e graça para perseverarmos nessa caminhada. Alimenta-nos no Corpo e Sangue de Jesus!

 

Celebrar a eucaristia em comunhão com os irmãos é o ponto culminante de nossa programação. Fizemos uma longa caminhada e
ao olharmos para trás percebemos que os Passos colaboraram conosco, criando novos alicerces para nossa espiritualidade. Antes de entrarmos em recuperação, talvez não tivéssemos um referencial, hoje porém, desenvolvemos recursos internos para enfrentar as dificuldades e tensões da vida, além de uma compreensão mais profunda do nosso eu.

A programação nos abriu para uma forma nova de espiritualidade, aumentando nossa percepção de interligação e de afinidade com as pessoas. Quando compartilhamos nossas experiências unindo mãos e corações fazemos o que sozinhos, em nossa individualidade não conseguimos fazer.

Em nossa comunidade encontramos nossa força. Quando afirmamos que nossa vida está nas mãos de Deus, isso significa nas mãos de outras pessoas que se preocupam amorosamente conosco e dessa comunhão vem a nossa força.

A missa é o ritual celebrativo de nossas conquistas individuais e comunitárias, a repetição do sacrifício de Jesus, nos ajuda a ficar mais centrados, com pés no chão e equilibrados por nos empenhar naquilo que é necessário para construirmos não somente uma sobriedade pessoal, mas também comunitária.

Quando iniciamos em nossa primeira reunião, queríamos buscar ajuda em primeiro lugar. O tempo passou e descobrimos um tesouro, o nosso próprio despertar espiritual . A espiritualidade não é um complemento é a própria vida.

Podemos acreditar com toda certeza, que não existe celebração mais sublime e sagrada do que aquilo que acontece na missa. A Eucaristia não é mais um exercício rotineiro e obrigatório, ganha uma conotação nova, ainda que às vezes nos desliguemos, pois temos dificuldade de concentração. Pela fé sabemos que aquele momento é eficaz e realiza a sua obra em nossa alma e espírito.

Algumas vezes participamos guardando a impressão de que a prática não esteja levando a lugar algum, mas pela FÉ sabemos que o futuro virá a seu tempo. Podemos comparar esse situação às vezes que vamos à praia e não há sol, apenas mormaço. Ficamos à vontade, então logo mais, ao chegarmos da praia e tomarmos nosso banho percebemos nosso corpo queimado.

A nossa fé é mais que um mero sentimento ou emoção passageira, é um exercício que mantém em equilíbrio a nossa vida interior e nossa vida exterior. Ainda rogamos a Deus que não olhe para nossa fé, mas sim a fé de todos aqueles que conosco celebram esse momento.

Na eucaristia celebramos o incrível amor e dedicação de Deus, na pessoa de Jesus; Ele se ofereceu aos homens e afirma – “que todos aquele que nele crer não perecerá, mas terá a vida eterna”, e ainda – Jesus descreve a si mesmo como sendo o “pão da vida”, o novo que não será mais alimento perecível, como outrora no deserto, mas um alimento que nos concede a força da vida para sempre. Diante desse oferecimento, não temos outra resposta a não ser agradecer de todo coração, celebrando a vida que nos é oferecida. Por isso nossa resposta na saudação inicial é “Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo” e encerramos a celebração afirmando a graça de Deus que nos concede a paz.

A missa representa de forma narrativa. Na liturgia somos instituídos através da Palavra, é o próprio Deus que partilha conosco numa sublime comunicação de si mesmo aos homens, desde a criação do mundo até o advento de Jesus. Percebemos que a espiritualidade de Jesus não é algo que se revela quando ele está no templo ensinando, mas também durante toda sua vida em relacionamentos com familiares e com seus discípulos, que na verdade foi seu grupo de apoio.

Ali na intimidade ele partilhava a sua vida e sua vivencia com o Pai e acolhida também amorosamente a partilha dos amados. Foi nesta pequena comunidade que Jesus institui a Eucaristia fazendo dela sinal de aliança entre Deus e os homens. Fazemos parte desta comunidade que é a Igreja de Jesus Cristo. Essa comunhão fortalece nossos laços como grupo,  num amor pela Igreja que nos move no desejo de contribuir com a nossa parte para que a sociedade alcance a sobriedade. A Eucaristia nos fortalece para fazermos frente ao sofrimento – qualquer que seja a forma que ele assuma.

EM JESUS EUCARÍSTICO ENCONTRAMOS A FORÇA PARA PERSEVERARMOS NA CAMINHADA.

Fonte: Pastoral da Sobriedade – CNBB – Regional Sul I – Cartilha do Agente

Sugestões, dúvidas ou quaisquer bate papo, entre em contato conosco! 
pastoraldasobriedade@hotmail.com.br 

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